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Alckmin: O PT certamente vai estar no segundo turno

BRASÍLIA - Defendendo uma aliança com os Democratas, no primeiro turno ou no segundo na eleição para a prefeitura de São Paulo, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta terça-feira, 8, não ter dúvidas que a ministra do turismo, Marta Suplicy, será a candidata do PT e que certamente vai estar no segundo turno.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

De acordo com ele, o PT conta com 25 a 30% dos votos da capital. Com o comentário, Alckmin deixa implícito que vai até as últimas conseqüências com sua candidatura e que o atual prefeito, Gilberto Kassab (DEM), não terá cacife eleitoral para alcançar nem o PT nem o PSDB.

Questionado sobre as divergências internas de seu partido, visto que o grupo ligado ao governador José Serra (PSDB) apóia a reeleição do Democrata na capital, Alckmin diz que a disputa é boa e que no final todos estarão unidos.

"Não existe Alkcmistas e Serristas, existem tucanos. O fato de ter discussões internas é muito bom", disse. "Não tenha dúvida que [no final] estaremos todos unidos", completou.  

Ele ainda alegou não estar preocupado com a candidatura petista e nem com o fato de Marta tê-lo ultrapassado nas últimas pesquisas eleitorais. "Não me preocupa, ela é candidata já definida".

Sobre sua própria candidatura, o tucano disse que a definição sairá na convenção partidária, em julho, e que só a partir daí os trabalhos em prol de seu nome podem ser intensificados.

Cartões corporativos

Sobre a CPMI dos cartões corporativos, o ex-governador alegou que o atual governo tem "muitas explicações a prestar para a sociedade". Ele evitou personalizar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), mas disse que deve ser identificado o responsável pela elaboração do dossiê contra o ex-presidente FHC.

Questionado sobre a situação dos cartões corporativos em São Paulo, onde os gastos foram maiores que no governo Federal, o tucano comentou. "Lá não fez dossiê".

Aécio no PMDB

Em relação à possível saída do PSDB do governador Aécio Neves (MG), para disputar a eleição presidencial pelo PMDB, Alckmin alegou que tudo não passa de especulações.

De acordo com ele o governador é um dos fundadores do PSDB e não abandonaria o partido.

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