Ao chegar nesta manhã ao Senado para a cerimônia do centenário de nascimento do avô e ex-presidente da República Tancredo Neves, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), negou, mais uma vez, que sairá candidato a vice na chapa do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para a Presidência da República. Não cogito essa possibilidade, afirmou.

A pressão para que Aécio seja vice de Serra já contamina integrantes do PSDB mineiro. O líder da maioria na Assembleia, deputado Domingos Sávio, disse nesta terça-feira que Serra e lideranças dos partidos oposicionistas precisam empreender uma "convocação nacional" para que o governador mude de ideia. "Acho que ele (Aécio) está sensibilizado porque ele é um homem que tem uma visão de País", afirmou.

Ainda ontem, dando início à romaria de líderes aliados que tentarão sensibilizar o governador mineiro, o líder do DEM, deputado Paulo Bornhausen (SC), disse que numa eventual vitória tucana, o mineiro seria como um "sócio" do presidente eleito. "Eu diria que seriam dois presidentes tocando o Brasil para frente. Aécio Neves jamais será um vice, ele será um sócio do presidente."

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