a oposição planeja o fim do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Este é um discurso com componente eleitoral e que não corresponde à verdade, disse Aécio." /
Publicidade
Publicidade - Super banner
Brasil
enhanced by Google
 

Aécio nega fim do PAC em possível governo tucano; Guerra ataca Dilma

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), rebateu nesta quarta-feira-feira as declarações dadas na terça-feira pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, de que http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/01/19/dilma+diz+que+oposicao+quer+acabar+com+pac+psdb+reage+9369631.htmla oposição planeja o fim do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Este é um discurso com componente eleitoral e que não corresponde à verdade, disse Aécio.

iG São Paulo com Agência Estado |

 

A afirmação de Dilma foi feita durante cerimônia de inauguração de uma barragem em Jenipapo de Minas, no Vale do Jequitinhonha. A declaração foi uma resposta à entrevista do presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), à revista 'Veja' da semana passada. "As estradas estão esburacadas, os aeroportos estão na iminência de outro apagão, a infraestrutura de transportes, como os portos, foi entregue a políticos e a grupos de pressão. Isso é o PAC, na realidade, e nós vamos acabar com ele", afirmou Guerra na entrevista.

De acordo com Aécio, nenhum partido foi mais responsável na administração do País do que o PSDB. "Os projetos corretos e bem planejados serão mantidos e talvez com nível de eficiência maior porque teremos sempre o cuidado de não partidarizar a máquina pública", afirmou o governador.

Aécio afirmou ainda que é preciso ter uma atenção do governo federal em relação aos compromissos do período eleitoral. "Estes atos administrativos não podem se transformar em atos eleitoreiros porque eles perdem substância", disse.

Ele comentou ainda o constrangimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao perceber que políticos tucanos que o acompanhavam em uma solenidade em Juiz de Fora, na zona da Mata mineira, foram vaiados pela plateia. "Isso é um alerta para que possamos conviver de forma respeitosa."

O governador assinou hoje contrato com o consórcio espanhol Iberinsa-Spim para a execução do estudo de viabilidade da plataforma logística multimodal de transportes do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, e o estudo preliminar de traçado do ramal ferroviário entre a Estação Vilarinho até o aeroporto, em uma extensão de 30 quilômetros. 

Nota de Sérgio Guerra

Nesta quarta-feira, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra,  divulgou em que ataca Dilma e a chama de mentirosa. Veja abaixo a nota:

"Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.

Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.

Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.

Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas ¿ a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC ¿ 7.715 projetos ¿ ainda não saíram do papel.

Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.

A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.

Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.

Dilma Rousseff  se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.

Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.

Senador Sérgio Guerra  
Presidente Nacional do PSDB  
Brasília, 20 janeiro de 2010"

Leia tudo sobre: eleições 2010psdbpt

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG