Advogado diz que, após liberdade de filha de ex-ministro morto, terá mais calma para preparar o caso

Depois de 18 dias de prisão, Adriana Villela, 46 anos, apontada pela polícia como principal suspeita do triplo homicídio da 113 Sul, foi solta na noite desta quinta-feira. Ela deixou o Presídio Feminino do Gama pouco depois das 20h acompanhada da filha Carolina Villela, da tia Célia Mendes e de um advogado.

Na tarde desta quinta-feira, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) concedeu habeas corpus parcial para Adriana. Ela passará os últimos 12 dias da prisão temporária em sua casa, no Lago Sul, em Brasília. Mas será obrigada a manter um telefone fixo para que seja localizada pela polícia em horário de expediente.

“Ela (Adriana) já está em casa”, comemorou o advogado Rodrigo de Alencastro. A filha do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, morto no ano passado, foi presa no último dia 16 acusada pela polícia de atrapalhar as investigações.

Alencastro afirma que agora terá tempo de preparar a defesa do caso com mais calma. “Não há nada formalizado contra ela”, reforça.

Adriana é apontada pela Polícia Civil do DF como mentora do assassinato dos pais, o ex-ministro José Guilherme e sua mulher, Maria Carvalho Villela, além da empregada do casal, Francisca Nascimento Silva. Os três foram mortos a facadas em 28 de agosto do ano passado.

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