Acusados de matar René Senna são condenados a 18 anos de prisão

RIO DE JANEIRO ¿ Após quase três dias, o julgamento dos dois ex-seguranças do ganhador da mega-sena René Senna, assassinado em janeiro de 2007, terminou com a condenação dos réus a 18 anos de prisão em regime fechado. A votação dos jurados foi apertada, quatro optaram por condenar e três por absolver. As informações são da Globo News.

Redação |

O ex-policial militar Anderson Silva de Sousa e o funcionário público Ednei Gonçalves Pereira foram condenados por homicídio duplamente qualificado e furto também qualificado.

 Após votação apertada, Souza e Pereira são condenados, veja:

Relembre o crime

Ganhador de R$ 51,8 milhões da Mega-Sena em 2005, René Senna foi morto a tiros ao ser surpreendido quando tomava cerveja em um bar, na localidade de Lavras, no município de Rio Bonito. O milionário estava com amigos, quando dois homens chegaram numa motocicleta e dispararam contra ele. A cabeça foi atingida por quatro tiros.

De acordo com a denúncia do MP, Adriana teria oferecido recompensa a cinco pessoas para que planejassem e executassem o crime. Entre os motivos, seria o de que ela sabia que Senna pretendia terminar o relacionamento e excluí-la do testamento.

Por causa da diabetes, René Senna tinha as duas pernas amputadas. Antes de virar milionário, ele vendia doces na beira da estrada. Em 2005, ganhou sozinho o prêmio da Mega-Sena. Casou-se, então, com Adriana, que é ex-cabeleireira e teria passado a cuidar das finanças do casal. Ela o mantinha afastado da família, acusam amigos e parentes.

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