Acusado recebeu R$ 450 para vigiar diretor de Bangu 3

RIO DE JANEIRO - Esteves Gouveia Barreto, o Rosinha, de 27 anos, acusado de ter participação no assassinato do tenente-coronel José Roberto Amaral Lourenço, então diretor do presídio de segurança máxima Bangu 3, em outubro passado, recebeu R$ 150 por dia em que ficou de campana em frente à casa do diretor (um total de três dias), segundo informações do delegado Carlos Alberto Oliveira, da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE). Barreto foi preso nesta quinta-feria durante investigação da DRAE sobre o tráfico de drogas e tráfico de armas no Morro do Cruzeiro, na Penha, zona norte da cidade.

Agência Estado |

Segundo a polícia, Rosinha atuou no levantamento dos hábitos do diretor e informou o trajeto que ele seguia para os homens que o executaram.

Sem antecedentes criminais, ele é acusado de ser uma espécie de "faz tudo" do traficante Luiz Cláudio Corrêa, o Claudinho, que teve a prisão preventiva decretada pela morte de Lourenço - trazer e levar dinheiro e drogas, além de transmitir recados a mando do criminoso.

Segundo o depoimento de Barreto, Claudinho e outros quatro homens - Fabiano Atanásio, o FB, Faustão, Biscoito e outro que ele não identificou - cercaram o carro do diretor na Estrada de Gericinó e fizeram mais de 60 disparos.

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