O Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA) marcou para 30 de abril o julgamento do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, conhecido como Taradão, acusado de mandar matar a missionária americana Dorothy Stang, em fevereiro de 2005.

O fazendeiro é o único dos cinco réus envolvidos no assassinato da missionária que ainda não enfrentou júri popular.

Desde fevereiro do ano passado, quando teve um pedido de habeas-corpus concedido pelo Tribunal Regional Federal do Distrito Federal (TRF-DF), Galvão aguarda em liberdade o julgamento do caso.

Além da acusação por assassinato, o fazendeiro responde a ações por grilagem, trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

Vitalmiro Bastos Moura, o Bida, o outro fazendeiro acusado de encomendar o assassinato da missionária, irá enfrentar no dia 31 de março, seu terceiro júri popular.

No primeiro, em maio de 2007, ele foi condenado a 38 anos de prisão, recorreu e conseguiu novo julgamento. Em maio de 2008, o segundo júri popular o absolveu. O TJ-PA, contudo, anulou a sentença e determinou que o acusado respondesse ao processo criminal preso. Na semana passada, a defesa de Bida ingressou no STF com pedido de adiamento do júri.

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