ACM Neto quer exoneração de servidores envolvidos na venda de passagens

O corregedor da Câmara, deputado Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), vai recomendar a exoneração dos funcionários envolvidos no comércio ilegal de passagens aéreas da cota da Casa. Dos 45 servidores investigados, 22 ainda trabalham na Casa.

Camila Campanerut, repórter em Brasília |

O relatório foi denso. Mostra que havia a máfia de comercialização de passagens, mas é insuficiente para chegarmos à conclusão da participação de parlamentares, explica ACM Neto.

A Corregedoria vai investigar pelo menos cinco deputados: Eugênio Rabelo (PP-CE), Paulo Roberto (PTB-RS), Márcio Junqueira (DEM-RR), Raymundo Veloso (PMDB-BA) e Roberto Rocha (PSDB-MA).

Eles são suspeitos de participar do esquema de venda de passagens. A comissão de sindicância, criada para investigá-los, é formada pelos deputados ACM Neto, Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP), Marcelo Ortiz (PV-SP) e Odair Cunha (PT-MG).

Uma vez confirmado o envolvimento deles nas fraudes, os casos serão levados ao Conselho de Ética da Câmara.

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