O líder do DEM na Câmara, deputado Antônio Carlos Magalhães Neto (BA), disse na tarde de hoje que o partido insiste em incluir no texto da Medida Provisória (MP) 443 o prazo para as operações de compra, pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, autorizadas pela MP. Ele contou que, na reunião com o relator João Paulo Cunha (PT-SP), o partido expôs sua posição e que agora vai aguardar a resposta do deputado.

ACM Neto afirmou que defende o prazo de um ano para as operações da MP, mas o próprio partido apresentou uma emenda ao texto original da MP fixando esse prazo em dois anos. "Sem prazo, não tem acordo", disse. "A medida provisória só foi editada por conta da crise e não pode se tornar um instrumento permanente nas mãos do governo para fazer estatização dos bancos."

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