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General Sinott era o 'braço direito' do interventor Braga Netto; nomeado para um comando no Rio Grande do Sul, ele já tinha a saída programada

Ocupando o cargo de chefe de gabinete, o  general Mauro Sinott era o braço direito do general Braga Netto
Reprodução/Twitter
Ocupando o cargo de chefe de gabinete, o general Mauro Sinott era o braço direito do general Braga Netto

O general Mauro Sinott Lopes, chefe de Gabinete da intervenção federal que acontece no Rio de Janeiro, deixou o cargo. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (14).  

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Como chefe de gabinete , Sinott era o braço direito do interventor, general Walter Souza Braga Netto. Reservado, ele já exercia essa função no Comando Militar do Leste, onde era justamente o comandante abaixo de Braga Netto.

Em março, Sinott saiu do cargo de comando da 1ª Divisão de Exército, que ocupava há um ano e meio, transmitindo-o ao general Antônio Manoel de Barros. Sua saída foi justamente para que ele pudesse dedicar seu tempo ao trabalho na intervenção. 

Porém, recentemente, ele foi nomeado para um comando no Rio Grande do Sul, o que teria causado a sua saída. O porta-voz do Comando Militar do Leste (CML), coronel Carlos Cinelli, nega que a saída de Sinott seja motivada por qualquer desavença com a equipe da Intervenção Federal. 

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"A saída iria acontecer em março, pois o general Sinott foi nomeado para um comando no Rio Grande do Sul. Ficou até o plano ser formatado, a pedido do general Braga Netto. Estava tudo já previsto", explicou Cinelli.

Substituto de Mauro Sinott na intervenção

Quem substitui Sinott na intervenção agora é o general Paulo Roberto de Oliveira, atual Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste. A troca de comando foi publicada e divulgada pela edição de hoje do jornal O Dia .

O general Paulo Roberto exercia a função de chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste desde agosto. Natural de Curitiba, no Paraná, o oficial é oriundo da Arma de Infantaria, já comandou a 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, em Cascavel, e foi chefe do Estado-Maior do Oeste.

Embora o fim da intervenção esteja previsto para 31 de dezembro, alguns militares defendem a antecipação para setembro: antes das eleições. Entre as alegações, está a falta de verba.

O novo chefe de gabinete não se pronunciou ainda.

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* Com informações da Agência Brasil e do jornal O Dia.