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Cerca de 150 policiais estão cumprindo 20 mandatos de prisão preventiva, oito de temporária, 11 de condução coercitiva e 39 de busca e apreensão

As buscas estão sendo feitas em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso
Divulgação/PF
As buscas estão sendo feitas em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram a quinta fase da Operação Pecúlio, na manhã desta quinta-feira (15), em Foz do Iguaçu (PR). Até o momento, 12 dos 15 vereadores do município já foram presos.

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A operação apura irregularidades na prefeitura e na Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu , mediante desvio de dinheiro público para pagamento de vantagens indevidas. 

Nesta quinta fase da operação, batizada de Nipoti, cerca de 150 policiais federais estão cumprindo 20 mandados de prisão preventiva, oito de prisão temporária, 11 de condução coercitiva e 39 de busca e apreensão na casa e nos locais de trabalho dos investigados, além de empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso.

As buscas estão sendo feitas nas cidades de Foz do Iguaçu, Curitiba, Cascavel, Maringá, Pato Branco e no Recife e em Brasília.

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De acordo com as investigações, somente em algumas obras de pavimentação da cidade paraense – que recebe turistas de todo o mundo – submetidas à perícia pela Polícia Federal, foram identificados prejuízos de aproximadamente R$ 4,5 milhões.

As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara da Justiça Federal da cidade de Foz do Iguaçu.

Um dos mandados de busca e apreensão foram cumpridos na casa do vereador Paulo Rocha (PMDB). Durante a madrugada, foram apreendidos alguns documentos.

Nome da quinta fase da operação faz eferência ao nepotismo

O nome da operação faz referência ao nepotismo, segundo a Policia Federal. A palavra Nipoti é um substantivo comum de dois gêneros da língua italiana, que significa sobrinhos ou netos.

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A primeira etapa da operação Pecúlio foi realizada no mês de abril. Desde então, mais de 20 pessoas já foram presas, incluindo o prefeito de Foz do Iguaçu, Reni Pereira, do PSB, além de empreiteiros, servidores públicos, secretários e ex-secretários do município. 

* Com informações da Agência Brasil.