Réveillon: Rio registra 740 atendimentos médicos na orla de Copacabana

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Maior parte ocorreu por excesso de bebidas, cortes, dor de cabeça e mal estar. Ao todo, 46 foram levados para hospitais

O Dia

Foram registrados 740 atendimentos médicos entre o público que passou o Revéillon na orla de Copacabana, informou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) na manhã desta sexta-feira. Segundo o órgão, a maior parte dos atendimentos foi motivado por excesso de bebidas alcoólicas, cortes, dor de cabeça e mal estar. Ao todo, 46 pessoas precisaram ser removidas para hospitais da rede de urgência e emergência municipal. Cinco postos médicos distribuídos ao longo da orla começaram a funcionar às 17h30.

Queima de fogos em Copacabana , com tema olímpico, encantou o público presente
João Laet / Agência O Dia
Queima de fogos em Copacabana , com tema olímpico, encantou o público presente


O número é menor que o da noite da virada do ano anterior, quando foram realizados 909 atendimentos e 64 remoções, das 17h30 do dia 31 dezembro até o final do evento.

A SMS preparou um esquema especial de atendimento na orla de Copacabana durante a noite de réveillon. Cinco postos médicos estiveram à disposição da população, com 220 profissionais de saúde, sendo 90 médicos, trabalhando durante todo o evento. Os postos contaram, no total, com 60 leitos, sendo 10 de suporte avançado, além de 70 poltronas de hidratação.

Para os casos mais graves, que necessitaram de remoção, 35 ambulâncias de suporte avançado e 15 de suporte básico deram apoio pré-hospitalar móvel aos postos. A distribuição dos postos foi feita em torno das áreas de maior concentração de público (proximidade aos palcos): na altura da Av. Princesa Isabel (Leme), da Praça do Lido, e das ruas República do Peru, Santa Clara e Xavier da Silveira, funcionando das 17h30 até o término dos festejos.

De acordo com o órgão, todas as unidades foram preparadas para atender também os casos deemergência, com equipamentos de suporte à vida para monitoração e estabilização dos pacientes. Os hospitais, Coordenações de Emergência Regionais e UPAs municipais ficaram com suas equipes prontas para dar apoio aos atendimentos mais graves e receber as transferências, realizadas pela Central de Regulação.

FONTE/ O DIA

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