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Pasta considera agora 32 centímetros como medida mínima para a cabeça de recém-nascidos não prematuros, que podem ter malformação no crânio; 1.248 casos podem ser descartados

Número de casos suspeitos de microcefalia serão divulgados na próxima terça-feira (8)
Edmar Melo JC Imagem
Número de casos suspeitos de microcefalia serão divulgados na próxima terça-feira (8)

O Ministério da Saúde mudou os critérios para o diagnóstico de microcefalia relacionada ao Zika vírus e adotou a medida de 32 centímetros, como o ponto de partida, para triagem e identificação de bebês não prematuros com possibilidade de ter a malformação no crânio.

Até então, estavam sendo considerados casos suspeitos aqueles em que a criança nascia com menos de 33 centímetros de perímetro cefálico, segundo o Ministério da Saúde, para incluir um número maior de bebês na investigação. Depois de ter o perímetro cefálico medido, para ter o diagnóstico confirmado, a criança precisa passar por outros exames.

Com a determinação, parte dos 1.248 casos considerados suspeitos de microcefalia podem ser descartados. O número atualizado de 2015 deve ser divulgado na próxima terça-feira (8).

Segundo a pasta, a medida segue recomendação da Organização Mundial da Saúde, que considera 32 centímetros a medida padrão mínima para a cabeça de recém-nascidos não prematuros. O perímetro cefálico, medida da cabeça feita logo acima dos olhos, varia conforme a idade gestacional do bebê. Segundo o Ministério da Saúde, para a população brasileira, 33 centímetros é considerado normal.

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