Acesso de caminhões ao Porto de Santos é liberado depois de incêndio

Por Agência Brasil |

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Os veículos deverão chegar com agendamento prévio, para que não haja congestionamento na entrada do município

Agência Brasil

O viaduto do bairro da Alemoa, local do incêndio de tanques de combustível em Santos, foi liberado às 13h deste sábado (11) para o tráfego de caminhões com destino à margem direita do Porto de Santos, de acordo com a prefeitura. O acesso ao porto estava bloqueado desde 2 de abril.

A medida foi anunciada após reunião envolvendo representantes da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos), Secretaria Municipal de Assuntos Portuários (Seport), Ecovias e Polícia Militar.

Os veículos deverão chegar com agendamento prévio, para que não haja congestionamento na entrada do município. A partir desta tarde, na Avenida Martins Fontes, somente caminhões com credenciamento poderão seguir.

A saída do porto ocorrerá pela rua Cristiano Ottoni e terá restrições até segunda-feira (13). As operações ficarão suspensas entre as 5h e as 8h, e também entre as 17h e as 20h, considerados horários de pico. Uma nova reunião na segunda-feira vai avaliar as operações executadas no final de semana.

A prefeitura informou que “A CET-Santos realizou operações especiais de comboio enquanto o acesso ao porto estava bloqueado, possibilitando a passagem de cerca de 2.500 caminhões por dia na área urbana do município. O trânsito foi devidamente organizado pela companhia durante as 24 horas do dia e não houve ocorrência de acidente, nem problemas na entrada e saída do município”.

Empresas iniciam trabalhos para retirar material poluente de incêndio em Santos

As empresas Suatrans Cotec e Ambipar começaram hoje os preparativos para retirada do material poluente que ficou represado no lago, localizado ao lado do terminal de granel líquido da Ultracargo, na Alemoa, onde ocorreu o incêndio que durou nove dias, segundo informação da prefeitura de Santos.

O chefe da Defesa Civil do município, Daniel Onias, disse que o trabalho deve levar dias para ser concluído. Segundo ele, não há como calcular o volume de líquidos a ser retirado por bombas de sucção, porque muita espuma e água foram usadas no combate ao fogo.

A mistura poluente inclui ainda gasolina e álcool, que vazaram dos tanques durante o incêndio, segundo a prefeitura. O Centro de Defesa Ambiental da Petrobras também está no terminal ajudando no trabalho de despoluição do local.

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