Chamas atingem tanques de combustível em área industrial do porto na Baixada Santista desde a manhã de quinta-feira (02)

Agência Brasil

Após mais de 26 horas de esforços, os bombeiros ainda não conseguiram apagar o incêndio em quatro tanques de armazenamento de álcool e gasolina da empresa Ultracargo, no terminal da Alemoa, em Santos, litoral paulista. 

Chamas altas e fumaça preta ainda eram vistas a grande distância do Porto de Santos, no início da tarde desta sexta-feira (03). O Corpo de Bombeiros faz o combate com o uso de um caminhão da Petrobras que consegue aplicar oito mil litros de espuma por segundo.

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O incêndio teve início às 10h da manhã de quinta-feira (02) e ainda bloqueia um dos acessos ao Porto de Santos. Até o final da manhã deste sábado, a corporação mantinha no local 24 viaturas e 80 homens.

Segundo nota divulgada pela prefeitura de Santos, 34 pessoas chegaram a ser atendidas por plantonistas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O bombeiro Claudio Rodrigues Gonçalves, de 39 anos, precisou ser encaminhado para o Pronto Socorro da Santa Casa devido a uma lesão ocular provocada por uma fagulha. Depois de passar por avaliação oftalmológica ele foi liberado e passa bem.

Chamas nos tanques da área industrial da Alemoa, no litoral paulista, na quinta-feira
Reprodução
Chamas nos tanques da área industrial da Alemoa, no litoral paulista, na quinta-feira

Mais três pessoas tiveram de ser encaminhadas para o Pronto Socorro Central de Santos, com crise nervosa, mas foram medicadas e liberadas em seguida. Não há nenhum paciente internado em razão desse incêndio, informa a nota do executivo municipal de Santos.

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