Volume de água volta a cair em todos os reservatórios em São Paulo

Por Agência Brasil | - Atualizada às

compartilhe

Tamanho do texto

Forte calor e estiagem fora de época na maior parte do Estado vêm piorando a crise hídrica na região metropolitana de SP

Agência Brasil

Os dias de forte calor, com temperaturas beirando os 35 graus, e a estiagem fora de época na maior parte do estado de São Paulo vêm piorando a crise hídrica que atinge não só a região metropolitana como também as cidades do interior.

Todos os seis sistemas de abastecimento administrados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) apresentaram quedas de ontem (16) para este sábado (17). Em Guarapiranga, ao sul da capital paulista, um chuvisco levou apenas 3 milímetros de água para o sistema e não evitou que o volume armazenado caísse de 39,9% para 39,7%.

Vaca caminha pela Represa Jacareí, no dia 29 de janeiro: normalmente ali teria água. Foto: Futura PressSituação calamitosa da Represa Jacareí, parte do Sistema Cantareira, no dia 29 de janeiro. Foto: Futura PressCarro no meio na Atibainha devido ao baixo nível da represa: cenário desolador. Foto: Futura PressPedalinhos inutilizados na Represa Atibainha, parte do Cantareira, em janeiro. Foto: Futura PressRepresa Atibainha, em janeiro de 2015. Foto: Futura PressLixo surge na Represa de Atibainha, em janeiro. Foto: Futura PressEm protesto contra a falta de água, governador Geraldo Alckmin é ironizado por manifestantes (26/01/2015). Foto: AP PhotoEm São Paulo, moradores organizaram uma passeata contra a falta de água. Foto: AP PhotoMoradores protestam contra a falta de água em São Paulo (26/01/2015). Foto: AP PhotoProtesto 'Banho Coletivo na casa do Alckmin', na manhã desta segunda-feira (23), em frente ao Palácio dos Bandeirantes. Foto: Futura PressFalta de água em São Paulo se agrava e motiva protestos . Foto: AP PhotoRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em setembro; veja mais imagens da situação dos reservatórios do Sistema Cantareira. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura PressSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis

No Alto Tietê, a captação de chuva foi praticamente, nula, com 0,1 milímetro, e o nível baixou de 10,8% para 10,6%. A pior situação continua sendo a do principal manancial da Grande São Paulo, o Sistema Cantareira, com um recuo na quantidade água disponível de 6,1% ontem (16) para 6% hoje.

Nesse mesmo dia, no ano passado, o Cantareira tinha volume de 24,8%, que já era baixo em relação aos níveis históricos para janeiro. Vale lembrar que naquele ainda não era utilizada a reserva técnica ou o chamado volume morto, água que fica abaixo dos equipamentos de captação por gravidade. Agora, praticamente vai se esgotando a retirada da segunda cota dessa reserva.

Enquanto em janeiro de 2014 o acumulado de chuva estava em 74,8 milímetros, também abaixo da média histórica, neste mês está em 60,1 milímetros, diante da média de 271 milímetros.

Nos demais sistemas, ocorreram as seguintes quedas nos volumes armazenados: Alto Cotia (de 29,6% para 29,4%); Rio Grande (de 69,9% de para 69,7%) e Rio Claro (de 25,1% para 24,5%).

Leia tudo sobre: crise hidricaáguacantareira

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas