Polícia de Goiânia faz megaoperação para tentar resolver série de crimes

Por Beatriz Atihe - iG São Paulo |

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Para ajudar nas investigações, polícia criou um grupo em aplicativo de celular para troca de informações sobre os casos

A Polícia Civil de Goiás montou uma força-tarefa com 108 policiais para tentar resolver uma série de assassinatos que acontece em Goiânia desde janeiro deste ano. Até agora, 15 mulheres e um rapaz já foram mortos por motociclistas. Segundo informações de Reinaldo Koshiyama de Almeida, delegado de policia e coordenador de planejamento operacional da Policia Civil, as investigações contam com 16 delegados, 23 escrivães, 70 agentes policiais. Além desses crimes, mais duas tentativas de homicídio também estão sendo investigadas.

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Isadora Cândida, 15 anos, morreu no dia 1 de junho, enquanto caminhava em direção a sua casa com o namorado. Foto: Reprodução/FacebookTaynara Rodrigues da Cruz, 13 anos, e o seu irmão, Marcos Paulo Rodrigues Barbosa, 27 anos. Foto: Arquivo pessoalFamiliares da Taynara foram a manifestação contra os assassinatos que aconteceu no último sábado (9). Foto: Arquivo pessoalTaynara Rodrigues da Cruz, 13 anos, foi morta no dia 16 de junho, enquanto conversava com uma amiga em um praça perto de onde morava. Foto: Arquivo pessoalAna Maria Duarte(esquerda) foi morta no dia 14 de março.. Foto: Reprodução/FacebookAna Maria Duarte, 26 anos, foi morta no dia 14 de março, quando saía de uma lanchonete com o namorado e uma amiga. Foto: Reprodução/FacebookFamília de Ana Maria Duarte, 26 anos, oferece R$ 10 mil por pistas que ajudem a achar o suspeito. Foto: Reprodução/FacebookBárbara Luiza Ribeiro Costa, 14 anos, foi morta no dia 18 de janeiro. Foto: Reprodução/FacebookWanessa Oliveira Felipe, 22 anos, foi assassinada no dia 23 de abril. Foto: Reprodução/FacebookJanaína Nicácio de Souza, 25 anos, foi morta no dia 8 de maio. Foto: Reprodução/FacebookJuliana Neubia Dias, 22 anos, morreu no dia 26 de julho, quando saía de um restaurante com o namorado e uma amiga. Foto: Reprodução/FacebookAna Lídia Gomes, 14 anos, foi morta no dia 2 de agosto, em um ponto de ônibus. Foto: Reprodução

"Cada delegado ficou responsável por dois ou três procedimentos que têm circunstâncias semelhantes. Mas todos os casos também estão sendo investigados em conjunto", afirmou Almeida. 

Para ajudar nas investigações foi criado um grupo no aplicativo de celular WhatsApp para trocar informações sobre os crimes. "O grupo serve para que a comunicação entre nós seja mais rápida e para nos ajudar a trocar qualquer informação sobre os casos", disse Almeida.

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Segundo o delegado, a polícia não descarta a possibilidade da atuação de um serial killer. "A existência ou não de um serial killer só poderá ser comprovada quando todos os 18 procedimentos forem finalizados". Apesar das investigações já terem começado, não há uma previsão de quando os inquéritos serão concluídos. "Os homicídios são crimes muito complexos, que envolvem estratégias e coisas que não depende só da polícia, por isso, ainda não podemos estipular quando os casos serão concluídos, mas estamos trabalhando para que isso aconteça o mais rápido possível".

A polícia está divulgando uma conta criada no WhatsApp para que as pessoas possam fazer denúncias e enviar informações sobre os casos de forma anônima. O número é (62) 8533 - 0197.

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