'A cada dia foi um desespero', diz modelo brasileira que ficou presa na China

Por iG São Paulo |

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Amanda Griza, de 19 anos, chegou ao Brasil após passar 18 dias presa na China por supostas irregularidades no visto

A modelo brasileira Amanda Griza, de 19 anos, desembarcou no aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, na noite desta segunda-feira (26), após passar 18 dias presa na China por supostas irregularidades no visto de trabalho. Ao chegar ao Brasil, a jovem relatou os momentos que passou presa.

O caso: Modelo brasileira é presa acusada de trabalhar ilegalmente na China

Desembarque da modelo brasileira, Amanda Griza de 19 anos, no Brasil, nesta segunda-feira. Foto: Renato Mendes/Futura PressA gaúcha Amanda Griza, de 19 anos, está entre as modelos internacionais presas na China por trabalhar ilegalmente . Foto: Reprodução/FacebookA gaúcha Amanda Griza estava há cerca de três meses na China para trabalhar. Foto: Reprodução/FacebookOs pais de Amanda Griza disseram que ficaram 72 horas sem saber notícias da filha. Foto: Reprodução/FacebookAmanda Griza foi presa no último dia 8 de maio em Pequim, China. Foto: Reprodução/FacebookAlém da brasileira Amanda Griza, outras 60 modelos também foram detidas pela polícia da China. Foto: Reprodução/FacebookAmanda Griza trabalha como modelo desde os 11 anos de idade. Foto: Reprodução/FacebookAmanda Griza morava sozinha na China, onde atua como modelo. Foto: Reprodução/FacebookModelo brasileira é presa na China. Foto: Reprodução/FacebookAmanda Griza fez um teste falso montado pela polícia chinesa quando foi detida. Foto: Reprodução/FacebookA gaúcha Amanda Griza foi a única brasileira presa . Foto: Reprodução/FacebookAmanda Griza é gaúcha e sua família mora em Santa Catarina. Foto: Reprodução/Facebook

"A cada dia foi um desespero. E uma lição que vou levar para o resto da vida. Tive muito tempo para pensar e perceber como às vezes reclamamos de boca cheia. Penso muito diferente agora e tenho certeza que a família é o mais importante para mim, disse a model ao jornal Zero Hora.

A modelo desembacou no fim da noite e reencontrou a família. Ela afirmou que chorava todos os dias imaginando sua família sofrendo por não poderem se fala. Na prisão, segundo a jopem, ninguém falava inglês, as meninas eram obrigadas a limpar a cela, comiam três vezes ao dia arroz e legumes basicamente.

A modelo estava no país asiático há quase três meses foi e foi detida com outras 60 profissionais de várias nacionalidades - francesas, gregas, russas, italianas e norte-americanas - após participar de um falso teste para uma campanha montado pela polícia em Pequim.

Os pais de Amanda, Edson e Elena, afirmaram ter recebido notícias da jovem na noite de quarta por meio de um ex-diplomata. Antes disso, porém, eles ficaram mais de 72 horas sem nenhuma informação sobre a brasileira. O pai diz ter acreditado na "boa fé" da agência que contratou a brasileira, acreditando que o visto obtido seria o suficiente para o trabalho no país.

Natural de Osório, Rio Grande do Sul, a família mora em Balneário Camboriú, Santa Catarina, há sete anos. Amanda atua como modelo desde os 11 anos de idade.

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