Em estado de greve desde a semana passada, categoria aceitou proposta de reajuste de 7,5% e aumento no vale-alimentação

Agência Brasil

Plataforma lotada na estação Pinheiros da CPTM
Dario Oliveira/Futura Press
Plataforma lotada na estação Pinheiros da CPTM

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo decidiu, em assembleia na noite de hoje (19), aceitar a proposta da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Os trabalhadores estavam em estado de greve desde a semana passada, quando as negociações começaram a ser mediadas pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.

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A CPTM aumentou a proposta de reajuste de 7% para 7,5%, além de elevar o vale-alimentação para R$ 247. Permanece em negociação, entretanto, a participação nos resultados. A empresa oferece o valor mínimo de R$ 3,5 mil atrelado ao cumprimento de metas. Os empregados não aceitam a condicionante imposta pela companhia para receber o valor.

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O Sindicato dos Trabalhadores da Zona Central do Brasil aceitou apenas parte da proposta da CPTM e seus filiados permanecem em estado de greve. Os funcionários representados pelo sindicato operam as linhas 11 e 12 de trens, que fazem a ligação da zona leste de São Paulo à região central. Em assembleia, os trabalhadores não aceitaram o percentual de reajuste e o valor mínimo de participação nos resultados.

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