José Eduardo Cardozo afirmou que o esquema de segurança está pronto para ser implementado

Agência Brasil

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, demonstrou confiança no plano de segurança para a Copa do Mundo. Ele disse que as manifestações democráticas são bem-vindas, mas pediu para que os protestos esperados durante o torneio ocorram de forma pacífica.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo espera por protestos sem violência
José Cruz/Agência Brasil - ABr

Segundo Cardozo, o Plano já está concluído há bastante tempo e está pronto para ser implementado. “Nosso plano está acabado e tenho certeza de que esse planejamento funcionará e teremos um excelente padrão de segurança pública na Copa do Mundo”, declarou em evento em Brasília.

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O ministro ressaltou que o plano tem responsabilidades conjuntas porque envolve a participação dos estados e das Forças Armadas. “Há uma evidente definição de atribuições, competências que são da segurança pública ordinária, que ficam sob coordenação do Ministério da Justiça, mas sob comando local dos estados, além da atividade do Ministério da Defesa em algumas situações”, destacou.

Protesto contra Copa do Mundo na cidade de São Paulo (SP)
Taba Benedicto/Futura Press
Protesto contra Copa do Mundo na cidade de São Paulo (SP)

Em relação às manifestações esperadas para a Copa, o ministro mostrou apoio aos protestos, mas condenou a violência de alguns desses atos. “O Estado brasileiro não aceitará a violência. Pessoas que praticarem violência têm de ser punidas. A Constituição garante o direito de manifestação, mas não pode haver abusos”, disse.

As manifestações de junho de 2013, quando ocorreu a Copa das Confederações, torneio preparatório para a Copa do Mundo, espalharam-se pelo país e mesclaram atos de protesto pacífico com vandalismo e violência. Cardoso fez um apelo pelos protestos pacíficos. “É muito importante que nós, como sociedade, exijamos de todas as lideranças, sem exceção, que busquem fazer sua manifestação de forma pacifica. Jamais praticando crimes, atos ilegais”, disse.

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