Nível dos rios Acre e Madeira voltou a subir neste domingo

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Segundo prefeitura de Rio Branco, 330 famílias que tiveram de deixar suas casas por causa das enchente

Agência Brasil

O nível do Rio Acre voltou a subir na manhã de hoje (9), de acordo com a última medição da Defesa Civil, às 9 horas. O rio chegou a 15,64 metros (m) em Rio Branco, 1,64 m acima da cota de transbordamento.

Leia mais: Rio Acre volta a subir e ameaça capital do estado com enchente

De acordo com a prefeitura de Rio Branco, novas famílias foram retiradas de suas casas e levadas ao Parque de Exposições Marechal Castelo Branco. No momento, estão abrigadas 330 famílias que tiveram de deixar suas casas por causa das enchentes.

Governo do Acre decreta situação de emergência e aguarda liberação de recursos federais. Foto: Secom Acre/Sergio ValeRio atingiu a marca de 17,81 metros acima do nível normal. Foto:  Marcos Freire / DecomMais de mil famílias estão sendo atendidas em abrigos improvisados, em escolas e igrejas. Foto:  Marcos Freire / DecomEstado deve receber o segundo carregamento de medicamentos enviado pelo Ministério da Saúde. Foto:  Marcos Freire / DecomDoações são recolhidas e distribuídas pela Defesa Civil. Foto:  Marcos Freire / DecomExpectativa é de que o impacto em Rondônia só ocorrerá daqui a cerca de seis dias. Foto:  Marcos Freire / DecomCheia bate recorde no rio Madeira, em Rondônia. Foto:  Marcos Freire / Decom

Nos municípios que estão no curso do rio, o volume das águas apresenta sinal de vazante. Em Brasileia, a medição está com 9,84 m. O nível baixou na cidade de Xapuri e está em 13,90 m, informou a Defesa Civil.

O Rio Madeira voltou a subir hoje. A última medição, às 9 horas, registrou 18,98 m. Há mais de 2,2 mil famílias desabrigadas. Por medida de segurança, o tráfego de caminhões na BR-364 está liberado somente das 7h às 17h.

As cheias do Rio Madeira começaram em setembro do ano passado na divisa dos estados de Rondônia e do Acre, fronteira com a Bolívia. Até agora, há 60 mortos e pelo menos 60 mil famílias afetadas na Bolívia. No Brasil, mais de 2,5 mil famílias estão desabrigadas.

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