Júri do Carandiru tem depoimentos de testemunhas de defesa e de réus no 2º dia

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Terceiro grupo de PMs julgados são acusados pela morte de 8 detentos no quarto pavimento do pavilhão 9 do presídio

Começou às 11h15 desta terça-feira (18) o segundo dia do júri popular do terceiro grupo de policiais militares acusados de participação no massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 detentos do presídio da zona norte de São Paulo, em outubro de 1992. O júri é composto por sete homens, segundo o Tribunal de Justiça (TJ).

3º juri: Júri do massacre do Carandiru é composto por sete homens

1º júri: Júri condena 23 PMs a 156 anos de prisão por massacre no Carandiru

2º júri: Júri condena 25 PMs a 624 anos de prisão por massacre no Carandiru

Julgamento do massacre do Carandiru, no Fórum criminal da Barra Funda em São Paulo (SP), nesta segunda-feira (29). Foto: Futura PressA nova fase do julgamento conta com 26 policiais no banco dos réus, dos 79 agentes acusados. Foto: Futura PressO massacre que aconteceu em 1992 foi o pior da história do sistema penitenciário brasileiro. Foto: Futura PressO Juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo durante julgamento do massacre do Carandiru, no Fórum criminal da Barra Funda em São Paulo (SP), nesta segunda-feira (29). Foto: Futura PressJulgamento do massacre do Carandiru. Foto: Futura PressHomem protesta pedindo reforma do sistema penitenciário em frente ao Fórum onde acontece o julgamento do massacre do Carandiru. Foto: Futura PressEm outubro do ano passado, cento e onze cruzes foram colocam em frente ao Largo São Francisco por alunos da Faculdade de Direito, em lembrança aos mortos do massacre ocorrido há 20 anos, onde morreram 111 presos. Foto: Futura Press

Nesta terça, começaram a ser ouvidas as testemunhas de defesa. Antes do intervalo do almoço, foram ouvidos Pedro Campos  eracisco Leme, funcionário do Carandiru na época dos fatos. Já durante à tarde, começaram os interrogatórios do réus. De acordo com o juiz, todos os eles deverão ser interrogados.

Neste julgamento, o advogado de defesa e os promotores não chegaram a um acordo e, portanto, não ocorrerá a exibição de vídeos.

Na primeira etapa do julgamento, em abril do ano passado, 23 policiais foram condenados a 156 anos de reclusão cada um pela morte de 13 detentos. Na segunda etapa, em agosto, 25 policiais foram condenados a 624 anos de reclusão cada um pela morte de 52 detentos que ocupavam o terceiro pavimento do pavilhão 9.

Com informações da Agência Brasil



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