Relembre crimes em família que chocaram o Brasil

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Eduardo Coutinho foi assassinado a facadas e a polícia suspeita do filho do cineasta, que está preso. Veja outros casos em que familiares foram os principais suspeitos

Morto a facadas dentro de casa neste domingo (2) no Rio de Janeiro, o cineasta Eduardo Coutinho, de 80 anos, pode ser mais uma das vítimas de crimes em família capazes de chocar o País. O principal suspeito é seu filho, que é esquizofrênico e também teria esfaqueado a mulher de Coutinho, Maria das Dores Oliveira Coutinho, de 61 anos, e, em seguida, tentado o suicídio.

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Relembre outros crimes em família que chocaram o Brasil:

Velório das crianças mortas a facadas pelo pai São Paulo . Foto: Futura PressSara Kelly, mãe das vítimas, durante velório das crianças mortas a facadas pelo pai São Paulo . Foto: Futura PressMarcelo Pesseghini ao lado do pai, o sargento da Rota Luiz Marcelo Pesseghini. Segundo a polícia, Marcelo é responsável pela morte dos pais. Foto: Arquivo pessoalEstudante de enfermagem Loanne Rodrigues da Silva Costa, de 19 anos, e o padrasto foram encontrados mortos e acorrentados pelos pés a uma árvore. Foto: Reprodução/FacebookSegundo a polícia, os filhos acreditavam que o padrasto de Loane poderia ter planejado matar a jovem e sentiria desejo por ela. Foto: Reprodução/FacebookLoanne e o padrastro tiveram abdômen cortado e órgãos arrancados, segundo a polícia. Foto: Reprodução/FacebookAntes do assassinato, a jovem já havia recebido ameaças de morte e sido agredida com uma paulada na cabeça. Foto: Reprodução/FacebookAmiga de Loanne disse à polícia que o padrasto ligava o tempo todo para a jovem. Foto: Reprodução/FacebookO corpo do menino Joaquim Ponte, de 3 anos, foi encontrado boiando em um rio . Foto: Alfredo Risk/Futura PressO padrastro Guilherme Longo é suspeito do assassinato de Joaquim. Foto: Reprodução/EPTVJoaquim Ponte Marques, de 3 anos, ficou desaparecido por cinco dias. Foto: Futura PressNatália Ponte, mãe de Joaquim, deve responder por omissão. Foto: Piton/Futura PressGuilherme Longo participa de reconstituição da morte de Joaquim. Foto: Futura PressA avó materna de Joaquim, Cristina Ponte, durante o velório. Foto: Futura PressFamiliares, amigos e moradores de São Joaquim da Barra participam do velório do menino Joaquim . Foto: Alfredo Risk/Futura PressUm casal de brasileiros e sua filha de 10 anos foram encontrados mortos dentro de casa. Foto: Reprodução/FacebookA polícia suspeita de duplo assassinato seguido de suicídio por conta dos problemas financeiros enfrentados pela família. Foto: Reprodução/FacebookO motoboy sandro Dota foi condenado a 31 anos por matar e estuprar a cunhada Bianca Consoli. Foto: Futura PressMãe mata as duas filhas e comete suicídio dentro de casa, no Butantã, zona oeste de São Paulo. Foto: Gabriela Bilo/Futura PressAmigas das adolescentes supostamente mortas pela mãe choram em frente à casa da família no bairro do Butantã. Foto: Futura PressGil Rugai foi condenado a 33 anos e 9 meses de prisão pelas mortes do pai e da madrasta. Foto: Futura PressAo ler da condenação do réu, o juiz se referiu a Gil Rugai como um pessoa "extremamente perigosa" e "dissimulada", já que tentava passar a imagem de "bom moço". Foto: Alice Vergueiro/Futura PressRéu Gil Rugai chega ao segundo dia do júri popular, em SP. 'Eu não matei. Sou inocente', disse. Foto: Alice Vergueiro/Futura PressGil Rugai chega ao Fórum da Barra Funda, em São Paulo, com a mãe e o irmão. Foto: Futura PressMaioria do júri concordou que o duplo homicídio foi cometido por motivo torpe, pois Rugai não se conformou por ter sido afastado dos negócios do pai. Foto: AEAnna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, madrasta e pai da menina Isabella, foram condenados por arremessar a menina do 6º andar do prédio onde moravam. Foto: WERTHER SANTANA/AEAnna Carolina Jatobá cumpre pena na penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. Foto: AEAnna Carolina Jatobá  e Suzane von Richthofen cumprem pena no mesmo complexo penitenciário. Foto: ArquivoSuzane von Richthofen e Anna Carolina Jatobá em Tremembé. Foto: ArquivoSuzanne foi condenada por participação no assassinato dos pais em 2002. Foto: Futura Press

Uma série de outros casos se juntam à tragédia deste fim de semana, como o da família Pesseghini, morta em agosto do ano passado na zona norte de São Paulo. O menino Marcelo, de 13 anos, foi apontado como responsável pelo assassinato da mãe, a cabo da PM Andréia Pesseghini, e do pai, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini.Repercussão: "Eduardo Coutinho era um dos maiores diretores do Brasil"

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Presa há mais de dez anos, a estudante Suzane Von Richthofen foi condenada por colaborar com o assassinato dos pais. No mesmo presídio em que Suzane cumpre pena, está Ana Carolina Jatobá, madrasta da menina Isabella Nardoni, que morreu em 2008 após ser arremessada do 6º andar de um prédio da zona norte de São Paulo. O pai da menina, Alexandre Nardoni, também cumpre pena pelo crime.

Caso Pesseghini: Laudos apontam que Marcelo fez tocaia para esperar a mãe

No interior de São Paulo, mãe e o padrasto são suspeitos da morte do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos. Em Goiás, o padrasto teria provocado a morte da estudante de enfermagem Loanne Rodrigues da Silva Costa por ciúmes. Ele e a jovem foram encontrados mortos amarrados a uma árvore. A suspeita é que a causa das mortes tenha sido uma explosão de dinamite.

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