PF prende mais um envolvido em fraude da Mega-Sena

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Preso é suspeito de ter sacado falso prêmio de R$ 73 milhões

Agência Brasil

A Polícia Federal prendeu ontem (28), na cidade de Araguaína (TO), mais um dos acusados de participar da fraude do falso bilhete com prêmio de R$ 73 milhões da Mega-Sena, sacado da Caixa Econômica Federal no dia 5 de dezembro de 2013.

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O acusado, Márcio Xavier de Lima, entregou-se à procuradora do Ministério Público Federal (MPF) na zona norte do Tocantins, Aldirla Pereira de Albuquerque, que ouviu o depoimento e convocou o comparecimento da Polícia Federal (PF) para cumprir o mandado de prisão.

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O preso foi recolhido à Casa de Prisão Provisória de Araguaína e o laudo pericial da PF comprovou que Márcio Xavier é a mesma pessoa que abriu conta-corrente na agência da Caixa em Tocantinópolis (TO) para recebimento do falso prêmio, quando usou o nome de Márcio Xavier Gomes de Souza.

O filho do suplente de deputado Ernesto Vieira Carvalho Neto, com copo de bebida na mão, diz estar "jogando dinheiro fora". Foto: ReproduçãoO suplente de deputado federal Ernesto Vieira Carvalho Neto (PMDB-MA) foi preso neste sábado (19/1/2014) sob a acusação de ser o mentor de fraude contra a Caixa. Foto: Reprodução/TV AnhangueraAvião que, segundo a PF, foi comprado pelo suplente de deputado federal Ernesto Vieira Carvalho Neto (PMDB-MA) com dinheiro de desfalque na Mega-Sena. Foto: Reprodução/TV AnhangueraMárcio Xavier de Lima, em nome de quem foi aberta conta para pagamento de falso prêmio sda Mega-Sena, está foragido. Foto: ReproduçãoO gerente-geral da agência da Caixa Econômica Federal em Tocantinópolis, Robson Pereira do Nascimento, foi detido no final do ano e demitido pela instituição. Foto: ReproduçãoRelembre outras operações da PF: Quase US$ 190 mil apreendidos pela Polícia Federal em São Paulo (23/02/2014). Foto: DivulgaçãoQuase US$ 190 mil apreendidos pela Polícia Federal em São Paulo (23/02/2014). Foto: DivulgaçãoQuase US$ 190 mil apreendidos pela Polícia Federal em São Paulo (23/02/2014). Foto: DivulgaçãoAgentes da PF invadem local em cumprimento de mandado de busca e apreensão em setembro de 2013, em SP. Foto: AECarros da PF durante operação policial. Foto: DivulgaçãoPF apreende dólares e moedas estrangeiras em operação no centro de SP (2011). Foto: DivulgaçãoPolícia federal desmantela quadrilha que desviava dinheiro público . Foto: POLÍCIA FEDERAL/ DIVULGAÇÃO Operação da Polícia Federal contra pirataria de CDs em São Paulo (2012). Foto: Divulgação. Foto: ANTÔNIO CRUZ/FOLHA DA MANHÃCartões clonados apreendidos na Operação Tentáculos II, da Polícia Federal. Foto: Divulgação/Polícia FederalOperação Esopo da PF. Foto: Wesley Rodrigues/Hoje em Dia/Futura PressDroga e outros produtos foram trazidos do Paraguai. Foto: Divulgação/Polícia FederalPolícia Federal realiza Operação Rede Limpa 2. Foto: Divulgação/Polícia FederalPolícia Federal combate desvios de recursos do programa Fome Zero. Foto: Divulgação/PFOperação da Polícia Federal apreende anabolizantes contrabandeados. Foto: DivulgaçãoPrisões em operação da PF para recuperação mercadorias roubadas. Foto: AEAgentes da PF levam suspeito durante operação. Foto: AEoperacao pf rio transplante orgaos fila. Foto: WILTON JUNIOR/AEEm seu perfil, M.V.P. compartilha fotos mostrando pilhas de maços com notas de dólar e real . Foto: Reprodução

A operação teve a conivência do gerente Robson Pereira do Nascimento, que pagou o prêmio sem validar o bilhete falso na central da Caixa, em São Paulo. Ele foi preso na primeira etapa das investigações, dia 18 deste mês, juntamente com o suplente de deputado federal pelo PMDB do Maranhão Ernesto Vieira de Carvalho Neto.

A PF tem mandados de prisão contra mais quatro envolvidos na fraude, que estão foragidos: Thales Henrique de Freitas, Antonio Rodrigues Filho e os irmãos Alberto Nunes Tujeiro e Paulo André Pinto Tujeiro. O delegado Omar Pepow, responsável pela investigação, acredita que outros pedidos de prisão podem surgir, de acordo com a identificação dos titulares das 200 contas suspeitas de terem movimentado os recursos da falsa Mega-Sena.

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