Laudo confirma que jovem foi assassinada com explosão de dinamite em Goiás

Por iG São Paulo |

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Polícia ainda acredita que padrasto tenha planejado o crime. Os dois foram encontrados mortos em dezembro

Após um mês, o laudo cadavérico confirmou que a causa da morte da estudante de enfermagem Loanne Rodrigues da Silva Costa, de 19 anos, e do padrasto, Joaquim Lourenço da Luz, de 47 anos, em Pirenópolis, em Goiás, foi uma explosão provocada por uma dinamite. As informações foram anexadas ao inquérito da Polícia Civil nessa quinta-feira (16).

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Filhos acreditam que padrasto pode ter planejado matar jovem em GO, diz polícia

Estudante Loanne Rodrigues da Silva Costa e o padrasto foram encontrados mortos e acorrentados pelos pés a uma árvore. Foto: Reprodução/FacebookEla e o padrasto tiveram as barrigas cortadas e órgãos arrancados, segundo a polícia. Foto: Reprodução/FacebookEles teriam ido até o parque na tarde da segunda-feira (16) e não retornaram para casa. Foto: Reprodução/FacebookOs corpos foram enterrados na manhã desta quarta-feira (18), no cemitério de Pirenópolis. Foto: Reprodução/FacebookCaixões ficaram fechados durante todo o velório que aconteceu na madrugada desta quarta-feira (18). Foto: Reprodução/FacebookEstudante Loanne Rodrigues da Silva Costa tinha 19 anos e seu padrasto, Joaquim Lourenço da Luz, tinha 47 anos. Foto: Reprodução/FacebookFoto de Loanne Rodrigues. Foto: Reprodução/FacebookCorpo da menina foi encontrado amarrado em árvore em Pirenópolis. Foto: Reprodução/FacebookOs corpos foram encontrados no Morro do Frota que é uma área de preservação ambiental. Foto: Reprodução/FacebookEnterro aconteceu no cemitério de Pirenópolis. Foto: Reprodução/Facebook

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A jovem e o padrasto foram encontrados mortos no dia 17 de dezembro, no Morro do Frota, em Pirenópolis, com os pés amarrados em uma árvore. A principal linha de investigação do crime é de que Joaquim tenha matado a estudante de enfermagem motivado por ciúmes e se suicidado, mas a polícia não descarta nenhuma possibilidade.

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Ainda falta o resultado do exame grafotécnico pedido pela polícia para comparar as grafias da carta anônima que Loanne recebeu no começo do ano com um outro bilhete escrito por Joaquim. Segundo o delegado, alguns trechos da carta mostram que quem escreveu nutria um sentimento passional pela menina.

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