Polícia Federal bate recorde de apreensão de drogas em 2013

Por iG São Paulo |

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Segundo a Polícia Federal, em 2013 foram apreendidas 35,7 toneladas de cocaína e 220,7 toneladas de maconha e foram apreendidos R$ 80,1 milhões em bens

A Polícia Federal (PF) bateu seu recorde histórico de apreensão de cocaína, de maconha e de bens de organizações criminosas especializadas em tráfico de drogas em 2013. Segundo a corporação, no ano, foram apreendidas mais de 256 toneladas de drogas: 35,7 toneladas de cocaína e 220,7 toneladas de maconha. Além disso, foram apreendidos R$ 80,1 milhões em bens. Os dados contabilizados são de operações ocorridas até 10 de dezembro de 2013.

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Droga apreendida pela Polícia Federal neste ano

Em 2011, as apreensões de cocaína haviam totalizado 24,4 toneladas. No ano seguinte, em 2012, caíram para 19,8 milhões. No caso da maconha, as apreensões passaram de 174,1 toneladas em 2011 para 111,2 toneladas em 2012, antes de atingirem o volume histórico do ano passado. As apreensões de bens saltaram de R$ 48 milhões para R$ 80,1 entre 2011 e 2013.

De acordo com o diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra, o aumento das apreensões de drogas no ano passado está relacionado à desarticulação de mais organizações criminosas especializadas em tráfico de drogas e à maior presença da instituição nas fronteiras.

“Ao tentar estrangular as grandes organizações, aumentamos não só a apreensão de drogas, como de bens apreendidos. Atingimos os bolsos desses grandes tubarões e apreendemos um volume recorde, mais de seis vezes o que havíamos confiscado em 2010. Outro recorde histórico”, afirmou o diretor.

O diretor ainda afirmou que o órgão vem melhorando seu desempenho nos últimos anos. “Nosso índices internos de desempenho mostram que há uma aumento expressivo das operações, que saltaram de 218, em 2008, para 289, no ano passado. São operações de combate à corrupção e desvio de recurso públicos, dentre outras”

“É importante destacar que vem ocorrendo a redução de inquéritos, que é a meta da Polícia Federal. Desde 2009 realizamos mutirões para concluir as investigações em curso, e os inquéritos caíram de 160 mil para 110 mil no período.”, assinalou. Segundo o diretor, apesar da redução dos inquéritos, o número de indiciamentos mantém-se em um patamar elevado, tendo atingido 48 mil no ano passado.

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