Manifestantes presos em Brasília durante o 7 de Setembro já foram libertados

Por Agência Brasil |

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Entre os 50 detidos estavam 15 menos de idade. Nenhum policial militar ficou ferido em meio aos protestos

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Todas as 50 pessoas detidas durante a manifestação do 7 de Setembro em Brasília já foram liberadas, segundo informou neste domingo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Entre os detidos – principalmente por desacato ou depredação ao patrimônio público – estavam 15 menores de idade. Nenhum policial se feriu em meio as ações. Não foi divulgado balanço sobre danos patrimoniais.

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Polícia entra em confronto com manifestantes em protestos neste sábado,7. Foto: Agência BrasilManifestações contra corrupção em Brasília durante desfile de 7 de setembro. Foto: APManifestações ocorrem em Brasília neste sábado, 7 de setembro. Foto:  Nivaldo Souza Manifestações depredam edifio da TV Globo Brasília neste sábado, 7 de setembro. Foto: Agência BrasilManifestações contra corrupção em Brasília durante desfile de 7 de setembro. Foto: Nivaldo Souza Manifestações ocorrem em Brasília neste sábado, 7 de setembro. Foto:  Nivaldo Souza Manifestações ocorrem em Brasília neste sábado, 7 de setembro. Foto:  Nivaldo Souza Manifestações ocorrem em Brasília neste sábado, 7 de setembro. Foto:  Nivaldo Souza Manifestações ocorrem em Brasília neste sábado, 7 de setembro. Foto:  Nivaldo Souza Manifestações ocorrem em Brasília neste sábado, 7 de setembro. Foto:  Nivaldo Souza Manifestações contra corrupção em Brasília durante desfile de 7 de setembro. Foto: APManifestações contra corrupção em Brasília durante desfile de 7 de setembro. Foto: APManifestações contra corrupção que acontecem em Brasília neste sábado, 7 de setembro . Foto: Nivaldo Souza Depredação a restaurantes próximos aos estúdios da Rede Globo durante manifestações em Brasília neste sábado. Foto: Nivaldo Souza Depredação aos estúdios da Rede Globo durante manifestações em Brasília neste sábado, 7 de setembro . Foto: Nivaldo Souza Depredação aos estúdios da Rede Globo durante manifestações em Brasília neste sábado, 7 de setembro . Foto:  Nivaldo Souza

De acordo com a Secretaria de Saúde, apenas um atendimento foi feito pelo Serviço Móvel de Urgência (Samu) em função das manifestações: o de um fotógrafo da Agência Reuters que torceu o joelho ao cair em um buraco. Foram registrados também alguns casos de pessoas que passaram mal em decorrência do calor ou de pressão alta durante as comemorações do 7 de Setembro, mas sem relação com as manifestações.

Já o Corpo de Bombeiros havia informado ontem, durante coletiva de imprensa, ter feito oito atendimentos durante todo o dia. Três em virtude de ferimentos leves ocorridos durante os choques entre a Polícia Militar (PM) e manifestantes.

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Houve violência também contra a imprensa. O repórter da Agência Brasil Luciano Nascimento registrou boletim de ocorrência na 5ª Delegacia de Polícia do DF por ter sido agredido com spray de pimenta e empurrões por três integrantes da PM, no Setor Hoteleiro Sul. Ele havia testemunhado a Tropa de Choque atirando uma bomba de gás lacrimogênio contra a cabeça de um manifestante. Ao apurar o ocorrido, o repórter foi agredido mesmo após ter se identificado.

Posteriormente, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) repudiou publicamente a agressão sofrida pelo repórter e o GDF informou que solicitará a instauração de sindicância para apurar os fatos.

Tendo por base informações obtidas a partir do monitoramento de redes sociais, a secretaria chegou estimar a que as manifestações contariam com a participação de cerca de 150 mil pessoas, reduzindo depois as previsões para 50 mil. Mas, segundo a Polícia Militar, no momento de pico, no entanto, havia apenas cerca de mil manifestantes. No momento em que chegaram ao Congresso Nacional, esse número havia sido reduzido para cerca de 400.

Também na coletiva, o secretário de Segurança, Sandro Avelar, avaliou de forma positiva a atuação da PM nas manifestações e nos confrontos na região central de Brasília. Durante as abordagens, foram apreendidos materiais como alicates, talhadeiras, facas, canivetes, estilingues com bolas de gude e mais de 500 pneus.

Durante a Copa das Confederações, pneus foram queimados em protesto contra os gastos do governo brasileiro para cumprir os acordos feitos com a Federação Internacional de Futebol (Fifa).

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