‘Vinda de estrangeiros não é contra médicos brasileiros’, diz Dilma na TV

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Em pronunciamento do 7 de Setembro, presidente defendeu o programa para resgatar ‘o mais rápido possível’ a dívida que o Brasil tem com a área da saúde pública

Reprodução/TV
Dilma defende Mais Médicos na TV

A presidenta da República, Dilma Roussseff, defendeu nesta sexta-feira (6), em pronunciamento de rádio e TV para marcar o 7 de Setembro, o programa Mais Médicos. Ela disse que a vinda dos estrangeiros é uma medida a favor da saúde, e não contra os médicos brasileiros. A vinda de médicos estrangeiros, que estão ocupando apenas as vagas que não interessam e não são preenchidas por brasileiros, não é uma decisão contra os médicos nacionais”, afirmou.

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“A falta de médicos é a queixa mais forte da população pobre. Muita morte pode ser evitada, muita dor, diminuída, e muita fila reduzida nos hospitais apenas com a presença atenta e dedicada de um médico em um posto de saúde”, defendeu. Dilma disse que tem uma dívida com a saúde pública “que tem que ser resgatada o mais rápido possível”. Ela afirmou que o País tem feito investimentos na estrutura da saúde e que pretende liberar mais recursos para hospitais e equipamentos.

Além de defender o crescimento da economia brasileira, o pronunciamento também relembrou os cinco pactos nacionais anunciados por Dilma após os protestos de junho. “Estamos aprofundando os cinco pactos para acelerar melhorias na saúde, na educação e no transporte e para aperfeiçoar a nossa política e a nossa economia”, explicou. Os pactos para melhorias no transporte público, na estabilidade fiscal e na educação foram lembrados pela presidente. Sobre a reforma política, a presidenta falou sobre a “proposta de decreto legislativo para realizar o plebiscito”.

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Já na educação, Dilma falou sobre a aprovação de 75% dos royalties do petróleo para a saúde, além de 50% do Fundo Social. “Esse será um dos maiores legados do nosso governo às gerações presentes e futuras e vai trazer benefícios permanentes à população brasileira por um período mínimo de 50 anos”.


*Com Agência Brasil

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