Dilma defende protestos, mas critica violência e bloqueios de estradas

Por Agência Estado |

compartilhe

Tamanho do texto

Presidente disse que o governo está tomando providências para impedir fechamento de estradas e apelou para o Judiciário

Agência Estado

A presidente Dilma Rousseff afirmou no final desta quinta-feira (11), que as manifestações em geral, sejam de quem for, têm quer ser respeitadas como reivindicações e busca por mais direitos sociais. "O Brasil é isso", disse a presidente.

Leia também: Protestos de centrais sindicais bloqueiam rodovias em 17 estados

Veja mais: Protesto na Régis Bittencourt termina com manifestantes atropelados e confronto

Segundo Dilma, o governo tem feito grandes avanços nos últimos dez anos "e, agora, as pessoas querem mais, e querer mais é algo muito positivo numa democracia".

Apesar do tom conciliador, Dilma criticou os bloqueios do trânsito e a violência. "Eu considero que em qualquer manifestação onde haja interrupção de rodovias e atos de violência, eles têm de ser condenados. O governo não condena. O governo coíbe."

A presidente reiterou que o governo está tomando diversas providências no sentido de não permitir o fechamento de estradas e apelou para o Judiciário. "O direito de ir e vir é um direito fundamental e democrático", afirmou.

São Paulo: Manifestação na avenida Paulista reúne sindicatos e demandas diferentes

Brasília: Partidos ganham abrigo em manifestação das centrais sindicais 

Ao chegar a Montevidéu, onde participará nesta sexta-feira, 12, da reunião de cúpula de presidentes do Mercosul, a presidente concedeu rápida entrevista coletiva e disse ainda que as conquistas sociais do povo brasileiro vieram para ficar e não serão de nenhuma forma abaladas. "O que nós queremos é ampliar essas conquistas e direitos sociais."

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas