Delegado Rogério Galloro é nomeado novo diretor executivo da Polícia Federal

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Galloro substituirá Paulo de Tarso Teixeira no segundo posto hierárquico da corporação, abaixo apenas do diretor-geral, Leandro Daiello. PF diz que alternância do cargo é comum

Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (10), a Polícia Federal (PF) tem um novo diretor executivo. O delegado Rogério Galloro substituirá Paulo de Tarso Teixeira no segundo posto hierárquico da corporação, abaixo apenas do diretor-geral, Leandro Daiello. Assinadas pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, as portarias de nomeação de Galloro e de exoneração de Teixeira foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

Leia também: Governo formaliza troca na direção da Polícia Federal e na presidência da Funai

Tarso estava no cargo desde abril de 2011. Galloro ocupava a função de adido (representante) policial na embaixada brasileira em Washington (EUA) e já foi superintendente da PF em Goiás, entre 2007 e 2009.

Em nota, a assessoria da PF informou que a alternância entre diretores, coordenadores e chefes é “prática comum dentro da normalidade administrativa do órgão” e que Teixeira deixa o cargo em função de um convite para se tornar adido em Portugal.

É o diretor executivo quem assume a direção da PF quando o diretor-geral necessita se afastar do cargo ou é legalmente impedido de ocupá-lo. Com assento permanente no Conselho Superior de Polícia – entidade deliberativa que orienta as atividades policiais e administrativas e opina nos assuntos de relevância institucional – compete ao diretor executivo supervisionar as atividades das unidades descentralizadas da PF.

Galloro também poderá propor – no âmbito da PF – diretrizes para o registro, controle e fiscalização de armas de fogo, explosivos, acessórios, munições e produtos químicos de uso controlado. Além disso, terá competência para aprovar planos de operações conjuntas com outras unidades ou órgãos governamentais, promovendo assim a integração de missões policiais.

As atribuições do cargo ainda preveem a responsabilidade por autorizar o credenciamento de empresas de transporte internacional e a concessão de licenças de funcionamento a empresas de segurança privada e de transporte de valores, autorizando que elas adquiriam armas e munições.

Mais: Cartilha que recomenda "trabalho dentro da lei" pode travar operações da PF

A mesma portaria traz ainda a exoneração da presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Azevedo, e a nomeação de sua substituta, Maria Augusta Assirati, que ocupará o cargo interinamente.

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