Júri popular absolve seguranças por morte de PC Farias e namorada

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Adeildo Costa dos Santos, Reinaldo Correia de Lima Filho, Josemar Faustino dos Santos e José Geraldo da Silva foram considerados inocentes por maioria de votos em Alagoas

Itawi Albuquerque/Futura Press
Os quatro acusados da morte de PC Farias e Suzana Marcolino, durante julgamento

Os quatro réus no julgamento da morte do empresário Paulo César Farias e de sua então namorada, Suzana Marcolino, em 23 de junho de 1996, foram absolvidos na noite desta sexta-feira (10) no Tribunal de Júri do Fórum de Maceió, em Alagoas. Adeildo Costa dos Santos, Reinaldo Correia de Lima Filho, Josemar Faustino dos Santos e José Geraldo da Silva, que eram seguranças de PC há 17 anos atrás, foram considerados inocentes por maioria de votos pelo júri popular.

O ex-tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor de Mello e Suzana morreram a tiros em uma casa de praia em Guaxuma, Alagoas. Apesar da decisão, os jurados descartaram a tese da defesa de que Suzana teria matado PC e se suicidado em seguida. Segundo avaliação do juri, os dois foram assassinados. A sentença foi lida pelo juiz Maurício Breda, da 8ª Vara Criminal de Maceió por volta das 21h30, após cinco dias de julgamento.

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PC Farias era apontado como um dos principais assessores do governo Collor. Ele foi denunciado por sonegação fiscal, falsidade ideológica e enriquecimento ilícito. Na época, a morte do empresário e da namorada gerou uma série de versões, inclusive a de que ela teria matado o empresário e, em seguida, cometido suicídio. Os parentes e amigos de PC Farias, entretanto, sempre rebateram essa versão.

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