Criminosos atacam polícia em Santa Catarina

A maioria dos atentados ocorreu em Florianópolis. Polícia Militar reforça segurança no Estado

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A Polícia Militar de Santa Catarina reforçou a segurança no Estado após uma série de ataques contra agentes de segurança pública ocorridos entre a noite de segunda-feira (12) e a manhã desta terça-feira (13) na Grande Florianópolis. O secretário de Segurança Pública de Santa Catarina, César Augusto Grubba, anunciará, ainda nesta terça, as medidas que serão adotadas para conter os ataques.

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A maioria dos atentados ocorreu em Florianópolis. O primeiro deles aconteceu por volta das 16h30 de segunda, quando criminosos tentaram incendiar um ônibus da empresa Insular no bairro Saco dos Limões, mas o coquetel molotov falhou. Às 22h30, bandidos conseguiram incendiar um coletivo da empresa Glória que estava estacionado. Às 23h30, criminosos tentaram atear fogo em outro ônibus no bairro Canasvieiras, sem sucesso. Cerca de 40 minutos mais tarde passageiros que estavam em outro coletivo, no mesmo bairro, foram obrigados a descer do veículo, que acabou incendiado por bandidos.

Às 23 horas uma viatura da Polícia Civil estacionada em frente a uma delegacia, com os vidros abertos, no bairro Saco dos Limões, foi incendiada. Criminosos atearam também fogo no carro particular de um PM às 3 horas desta terça, no bairro de Canasvieiras. Uma base da PM foi atacada no município de Palhoça, na Grande Florianópolis. Segundo a PM, dois homens passaram de moto e atiraram. O policial que estava no local não se feriu.

Em Blumenau, dois homens em uma moto tentaram incendiar um ônibus na manhã desta terça, mas acabaram presos pela PM. Toda a cúpula da Segurança Pública de Santa Catarina está reunida nesta terça para decidir as medidas que serão tomadas para conter a onde de ataques.

Embora os atentados tenham se intensificados na noite de segunda e manhã desta terça, nos últimos 15 dias agentes de segurança foram mortos no Estado. Uma agente penitenciária e mulher do diretor da penitenciária de São Pedro de Alcântara foi assassinada. Um policial civil foi baleado ao tentar entregar um mandato de segurança, e um base da PM também já havia sido atacada neste intervalo.

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