ANS define regras para reajuste de planos com menos de 30 beneficiários

Medida deve oferecer maior equilíbrio no cálculo do reajuste. Agência estima que planos coletivos representam 85% dos contratos do País

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Operadoras de planos de saúde coletivos com menos de 30 beneficiários terão que agrupar esses contratos e definir um reajuste único, de acordo com resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. Por meio de nota, a ANS informou que a medida oferecerá maior equilíbrio no cálculo do reajuste. 

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“É importante ressaltar que a ANS não definirá os percentuais de reajuste desses planos, mas as regras para o cálculo”, explicou o órgão. “Com a nova determinação, a ANS busca tornar mais estável o reajuste desses contratos, além de aumentar a competitividade entre as operadoras, oferecendo maior poder de escolha aos beneficiários”, completou.

Os reajustes anuais a serem aplicados a partir de maio de 2013, de acordo com o órgão, já devem observar a nova regras. As operadoras terão seis meses para comunicar as alterações às pessoas jurídicas contratantes. Dados da agência indicam que os planos coletivos com menos de 30 beneficiários representam 85% dos contratos de planos de saúde no País, com cerca de 2 milhões de usuários.

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