Presidente da Federação Nacional dos Agentes da Polícia Federal, Marcos Wink, afirma que a principal reivindicação da categoria não é o reajuste, e sim a reestruturação da carreira

Valor Online

Os agentes da Polícia Federal realizam nesta terça-feira protesto em frente ao Ministério da Justiça para tentar garantir a continuidade das negociações, depois que a categoria rejeitou a proposta de reajuste de 15,8% em três anos feita pelo governo .

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Servidores da Polícia Federal protestam em frente ao Ministério do Planejamento em Brasília, nesta terça-feira
AE
Servidores da Polícia Federal protestam em frente ao Ministério do Planejamento em Brasília, nesta terça-feira

O presidente da Federação Nacional dos Agentes da Polícia Federal (Fenapol), Marcos Wink, explicou que a principal reivindicação da categoria não é o reajuste, e sim a reestruturação da carreira.

O sindicato realiza nova assembleia nesta quarta-feira para decidir os próximos passos da paralisação, que começou no início de agosto. O posicionamento é semelhante ao adotado pelos técnicos-administrativos da Polícia Federal, que rejeitaram na manhã desta terça-feira o reajuste do governo.

A presidente do Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal (Sinpec), Leilane Ribeiro, disse que seria melhor reverter o reajuste para a "compra de equipamentos novos", entre outras demandas da categoria.

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf) tem encontro na Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento para tentar uma última cartada nas negociações com o governo. Os sindicalistas ainda não tinham fechado posição sobre o reajuste de 15,8% em três anos. A Secretaria de Relações de Trabalho fixou esta terça-feira como o prazo final para fechar os acordos que garantem aumentos já para 2013. 

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