Presos suspeitos de roubar e matar policial federal em cemitério de Brasília

Investigador Wilton Tapajós Macedo foi morto próximo ao túmulo de seus pais. Policia prendeu sete suspeitos e aprendeu um adolescente suspeitos de participar do latrocínio

iG São Paulo | - Atualizada às

A Polícia Federal (PF) no Distrito Federal prendeu sete adultos e um adolescente suspeitos de terem participado da morte do investigador Wilton Tapajós , em 17 de julho, no cemitério Campo da Boa Esperança, em Brasília. Segundo a investigação, o caso foi um latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

O caso: Investigador que trabalhou na operação Monte Carlo é assassinado em Brasília
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Agência Brasil
Policiais federais fazem perícia do local onde o investigador foi morto

Após quase um mês de investigações, cinco pessoas foram presas no Distrito Federal e duas na Bahia. Além deles, um menor foi apreendido. De acordo com o trabalho feito pela polícia, Tapajós estava visitando o túmulo dos pais e foi surpreendido com dois tiros na cabeça, vindo a morrer minutos depois no local.

O carro do agente da PF foi levado pelos assassinos e encontrado nesta semana próximo à Barreiras, na Bahia. Ele foi clonado pela quadrilha, que segundo as investigações, era especializada na venda de carros roubados. A arma usada para matar Tapajós também foi apreendida pela PF e será periciada nos próximos dias.

Policial de ponta, Tapajós tinha 54 anos, 24 anos na Polícia Federal, onde trabalhava no núcleo de inteligência. Atuou na CPI da pedofilia e também em investigações sobre tráfico de drogas. Ele participou ativamente da Operação Monte Carlo, que desmantelou a organização criminosa comandada pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira. 

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