Fundador da companhia aérea Gol teve a prisão domiciliar substituída por recolhimento noturno e proibição de viagem

Agência Estado

Empresário Nenê Constanino em foto de março de 2010
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Empresário Nenê Constanino em foto de março de 2010

A 5.ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a prisão preventiva imposta a Nenê Constantino, pai do fundador da companhia área Gol, Constantino de Oliveira Júnior, e aplicou ao réu medidas alternativas. Denunciado por homicídio qualificado, o empresário de 81 anos cumpria prisão domiciliar, substituída agora por recolhimento noturno e proibição de ausentar-se da cidade onde reside. O processo corre na Justiça do Distrito Federal.

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A prisão cautelar foi decretada depois que um corréu que estaria disposto a testemunhar contra Constantino sofreu tentativa de assassinato às vésperas da audiência em que iria depor. Por causa do atentado, a Justiça concluiu que Constantino representava risco à ordem pública e à instrução criminal. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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