Operação-padrão tem adesão de 90% dos defensores públicos federais

Segundo associação,  dos 470 defensores no País, 423 estão aceitando novos casos apenas em situação de emergência

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Cerca de 90% dos defensores públicos federais aderiram à "operação-padrão" nacional, iniciada pela categoria na segunda-feira, segundo a Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef). Do total de 470 defensores no País, 423 estão aceitando novos casos apenas em situação de emergência.

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Em São Paulo, Estado com maior número de defensores (60), a operação completa um mês nesta quarta-feira. A categoria pede novos concursos e a nomeação dos concursados já aprovados.

A assessoria da Anadef informou que o movimento não é relacionado com a paralisação que atinge dezenas de órgãos públicos, além das instituições federais de ensino superior (Ifes) e empresas do grupo Eletrobras.

Os grevistas, coordenados pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), iniciaram na segunda-feira um acampamento na Esplanada dos Ministérios. O objetivo é pressionar o governo a negociar.

Além disso, o Sindicato dos Servidores Públicos do Distrito Federal (Sindsep-DF) programou para a tarde desta terça-feira protesto em frente ao Palácio do Planalto. O objetivo é ser recebido pela Secretaria-Geral da Presidência.

O secretário de Imprensa do Sindsep, Carlos Henrique Ferreira, afirmou que o comando de greve decidiu que o presidente da CUT, Vagner Freitas, tentaria uma audiência com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. A assessoria do Planejamento informou nesta terça-feira que "nenhum pedido" chegou até agora à Pasta.

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