Itamaraty tenta trazer moçambicano barrado no Brasil

O ativista moçambicano Jeremias Vunjanhe afirma que não tinha razões para ser impedido de entrar no País

iG Brasília |

Arquivo pessoal/BBC Brasil
Ativista moçambicano Jeremias Vunjanhe

O Ministério das Relações Exteriores articula uma forma de trazer de volta para o país o ativista moçambicano Jeremias Vunjanhe, barrado no aeroporto de São Paulo. Vunjanhe era convidado a participar da Cúpula dos Povos, tinha visto válido por 90 dias entre outros documentos necessários para a entrada dele no País.

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Segundo informações do ativista, que tem atuado como forte crítico da Vale em Moçambique, ele portava todos os documentos necessários mais foi impedido de entrar no país sem uma justificativa aparente por parte dos policiais federais paulistas. Segundo ele, os problemas se iniciaram quando, às 22h30 do último dia 12, apresentou seu passaporte no guichê da Polícia Federal, logo após desembarcar vindo de Joanesburgo (África do Sul) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Nesta sexta-feira, o Ministério das Relações Exteriores buscou informações junto à Polícia Federal para saber as razões pelas quais o ativista não pôde entrar no país. Até o fechamento desta matéria, a Polícia Federal (PF), apesar de já ter conhecimento do caso, ainda não tinha essa informação. O Ministério acredita que o caso foi apenas um incidente isolado. Mas, de qualquer maneira, a entrada do ativista dependerá de uma autorização do Ministério da Justiça e também da Polícia Federal. Isso, se Vunjanhe, tiver com todas a sua documentação sem qualquer tipo de pendência.

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