publicidade
27/10 -
17:47
-
Camila Campanerut, iG Brasília
BRASÍLIA – O primeiro-secretário da Mesa Diretora do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), definiu que a política adotado de horas extras para servidores da Casa é uma desordem. “É uma bagunça que vem ao longo do tempo e precisa ser corrigida”, defineu.
Fortes assinalou que o uso do ponto eletrônico está sendo estudado e pediu ao secretário–geral, Haroldo Tajra, uma proposta de modelo provisório no prazo de até 20 dias.
Tajra alegou que já haverá redução mensal de R$ 18 milhões em pagamentos de horas extras de setembro deste ano até setembro do ano que vem. Ele citou como exemplo a queda nas gratificações mensais de R$ 2 milhões para R$ 900 mil e a de horas extras de R$ 8 milhões para R$ 6 milhões.
O secretário–geral apontou ainda que o enxugamento se deve ao novo modelo de gestão que está aplicando nos últimos quatro meses e na revisão dos 34 contratos com empresas terceirizadas de mão de obra.
Publicidade