03/07/2009 -
17:21
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Redação com Agência Estado
BRASÍLIA - O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta sexta-feira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que não pedirá licença ou renunciará ao comando do Senado. Em encontro de quase duas horas, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Sarney avaliou que a oposição está tirando proveito da crise para criar problemas para o governo e assumir o controle do Senado, segundo informou um auxiliar direto de Lula à Agência Estado.
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| Sarney após a reunião com o presidente Lula |
O documento destaca uma economia de aproximadamente R$ 10 milhões por ano nos dois primeiros contratos de fornecimento de mão de obra; a mudança na regulamentação das cotas de passagens aéreas dos senadores, com a economia de 30%; a redução em 10% das despesas gerais do Senado; redução da taxa de juros dos empréstimos consignados para patamar máximo de 1,6% ao mês; e a solicitação à Polícia Federal para que investigue os empréstimos consignados aos servidores, bem como as empresas que o operaram.
Lula "seguríssimo"
O presidente Lula está "seguríssimo" da permanência no cargo do presidente do Senado, José Sarney, afirmou o líder do PTB, senador Gim Argello (DF). Depois de encontro com Lula, Argello assegurou que a base aliada que dá sustentação ao governo na Casa está refeita.
Explicações de Sarney sobre mansão
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Vista aérea da casa de Sarney avaliada em R$ 4 milhões |
Em duas notas enviadas à imprensa, a assessoria de Sarney tentou explicar nesta sexta-feira o fato de uma mansão em Brasília, avaliada em R$ 4 milhões, não aparecer em sua declaração à Justiça Eleitoral em 2006. Na primeira nota, a assessoria informou que a declaração de bens de 2006 havia sido copiada, de forma errada, da declaração para as eleições de 1998. Ao ser informada que as declarações não eram as mesmas, o gabinete de Sarney mudou a justificativa e informou que a propriedade não apareceu na declaração por esquecimento do contador.
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