11/03/2009 - 13:07 , atualizada às 13:16 11/03 - Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias
BRASÍLIA - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse, nesta quarta-feira, não temer eventuais grampos que possam ter sido feitos para espioná-la. Apesar disso, Dilma condenou a prática quando feita de maneira ilegal. "Eu, pessoalmente, não tenho problemas com grampos. Mas acho que não é correto", afirmou.
Questionada sobre conteúdo de reportagem da revista "Veja", que trouxe informações sobre uma suposta rede de espionagem patrocinada pelo mentor da Operação Satiagraha, delegado Protógenes Queiroz, a ministra disse não ser possível saber se foi alvo desta rede e questionou até mesmo a veracidade das informações.
"Não tem como saber se teve [grampo]", disse. "Vocês sabem se todo aquele relatório [da Polícia Federal] é fidedigno?", questionou.
As informações foram dadas pela ministra após encontro na Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, onde veio discutir questões relativas a camada pré-sal.
Leia também:
Leia mais sobre: Dilma Rousseff
Publicidade