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Líderes do governo minimizam processo contra Lula e Dilma por campanha antecipada

18/02/2009 - 17:17 - Carol Pires, Último Segundo/Santafé Idéias

BRASÍLIA - Líderes do governo no Congresso Nacional avaliam que é quase nula a possibilidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) punir o presidente Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff por antecipação de campanha.

No início da tarde desta quarta-feira, DEM e PSDB ingressaram na Corte Eleitoral contra Lula e Dilma, sob a alegação de que realizaram um evento para os prefeitos eleitos em outubro do ano passado apenas para endossar o nome da ministra como candidata à Presidência da República em 2010.

Para o deputado Maurício Rands (PT-PE), qualquer autoridade tem a obrigação de fiscalizar o trabalho coordenado pela sua equipe – no caso de Dilma, viajar pelo País inaugurando obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“Demonstra a debilidade da oposição que está querendo judicializar a política. Qualquer governante tem a obrigação de se reunir com prefeitos. Serra não se reúne com prefeitos? Serra não inaugura obras? Então, quando ele o faz não é campanha, e quando Lula faz é? São dois pesos e duas medidas”, criticou o pernambucano.

O líder do governo na Câmara dos Deputados, Henrique Fontana (PT-RS) a oposição é contraditória na hora de criticar o governo. “A oposição está um pouco perdida. Uma hora critica o PAC porque seria um factóide e outra hora critica o ato de inauguração de obra. Há uma contradição na crítica”, disse. A oposição parece estar com medo da democracia, o que eles querem? Que Lula fique trancado num gabinete? Estão querendo censurar a democracia”.





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