12/11 - 13:44 , atualizada às 16:33 12/11 - Redação
SÃO PAULO - A diretoria da Escola Estadual Amadeu Amaral, no bairro do Belém, na zona leste de São Paulo, teve que chamar a Polícia Militar (PM) para controlar uma briga entre alunos por volta das 10h desta quarta-feira. A briga deixou parte da escola danificada. O prejuízo ainda não foi contabilizado.
De acordo com os policiais, a diretoria da escola acionou a PM por volta das 10h. Ao notarem a presença dos policiais, os alunos envolvidos fugiram.
Segundo os relatos colhidos pela polícia, o tumulto começou durante uma briga entre alunos da 6°, 7° e 8° séries. Sem controle, os estudantes começaram a destruir a infraestrutura da escola. Os alvos foram mesas, cadeiras e vidros da instituição de ensino.
Os policiais levaram três envolvidos no confronto ao 81° Distrito Policial para registrarem um boletim de ocorrência. Segundo a assessoria da delegacia, os jovens farão exames de corpo de delito por mera formalidade. Nenhum deles apresentava ferimentos graves, apenas leves escoriações.
A assessoria do 81º DP minimizou as consequências do confronto, alegando que não passou de uma "briga entre alunos, encerrada assim que os policias chegaram ao local."
Esclarecimentos
Em nota, a Secretaria do Estado de São Paulo informa que o conflito foi iniciado após uma discussão entre duas alunas. Amigas das duas adolescentes se envolveram na discussão e iniciaram a depredação da escola.
A nota aponta que os professores tentaram conter a confusão, mas decidiram acionar a policia, que chegou ao local e conteve os envolvidos. A direção da escola informou à Secretaria que os professores não foram acuados pelos alunos, conforme relato de estudantes que não participaram do confronto.
A direção afirma que irá identificar os alunos que participaram da depredação e acionará o Conselho de Escola, que reúne pais e educadores. Os envolvidos podem ser expulsos ou transferidos para outro centro de ensino. Cabe ao Conselho decidir a punição.
Uma equipe da Secretaria de Educação averiguará os danos causados. A direção da escola suspendeu as aulas.
A Secretaria ainda lamenta qualquer agressão contra alunos e professores e defende a instituição: "A direção da escola tomou a atitude correta de acionar a polícia para conter os alunos envolvidos no caso."
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