11/11 - 12:13 , atualizada às 18:27 11/11 - Redação
CURITIBA - A polícia do Paraná aguarda o resultado do teste de DNA de dois suspeitos pela morte da menina Rachel Genofre, 9 anos, no último dia 5. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado, além do ex-presidiário e desenhista industrial Jorge Luiz Pedroso Cunha, preso no domingo, outro suspeito fez o teste na semana passada.
A Secretaria não divulga o perfil do outro suspeito porque, segundo o orgão, a investigação policial já teria descartado a participação dele no crime. O homem teria se apresentado à Polícia e aceitado espontaneamente fazer o exame de DNA.
| - Reprodução |
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| Foto de Rachel no Orkut |
O principal suspeito continua sendo Jorge Luiz Pedroso Cunha, preso em Itajaí (SC), no último domingo, que, segundo informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública, teria confessado envolvimento em outro caso de pedofilia, ocorrido no litoral do Paraná, mas negado qualquer participação na morte de Rachel Genofre. De acordo com a polícia, Cunha cumpriu 18 anos de pena por homicídio e estupro.
A SSP informou ainda, que, de acordo com o Instituto de Criminalística, o resultado dos exames de DNA confrontando o material genético dos dois suspeitos com o encontrado no corpo de Rachel deve sair em uma semana.
O crime
A menina Rachel Maria Lobo Genofre, 9 anos, desapareceu no dia 3 de novembro após sair da escola onde estudava, em Curitiba. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, dentro de uma mala abandonada num local próximo da Rodoferroviária de Curitiba. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) do Paraná indicou que a criança sofreu violência sexual e a morte ocorreu por asfixia.
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