16/07 - 09:44, atualizada às 09:50 16/07 - Redação com Agência Brasil
CURITIBA - Os funcionários dos Correios realizam nesta quarta-feira, às 11h, em Curitiba, um panelaço nas imediações da sede da empresa. O protesto é contra o corte do vale-alimentação dos trabalhadores em greve
Os trabalhadores reivindicam o cumprimento do acordo que garante o adicional de risco de 30% para os carteiros, a negociação do plano de cargos, carreiras e salários (PCCS) e a revisão da participação nos lucros, distribuída, segundo eles, de forma desigual.
Nesta terça-feira, depois de uma nova tentativa de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), os funcionários dos Correios decidiram manter a greve por tempo indeterminado.
O ministro do TST propôs o pagamento definitivo de uma gratificação de 30% aos carteiros, a serem calculados sobre o salário base de cada um e pagos proporcionalmente às horas efetivamente trabalhadas em serviços de coleta e entrega. Se houvesse aceitação, a categoria suspenderia a greve imediatamente. Outro ponto é o pagamento de 50% dos dias parados, além da proibição de demissões pelo prazo de 60 dias, a partir de 18 de julho. O prazo para manifestações formais é 18h do dia próximo dia 16, quarta-feira.
Em reunião entre dirigentes da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) e os grevistas, não foram atendidas as reivindicações da categoria. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Moyses Leme, informou que espera que o presidente Lula se manifeste sobre a paralisação.
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| Carteiros fazem protesto em frente ao apartamento de Lula na Grande SP |
Os Correios informaram, através de sua assessoria de imprensa, que a empresa ainda não tem um posicionamento após o resultado da reunião de terça.
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