11/07 - 16:40 - Agência Estado
BRASÍLIA - A varredura feita na manhã desta sexta-feira pela segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) no gabinete da presidência não identificou a existência de grampos telefônicos ou escutas ambientais. O procedimento da varredura, de acordo com a assessoria do STF, é corriqueiro, mas passará a ser feito com mais freqüência.
| Agência Brasil |
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| Gilmar Mendes ordenou a varredura |
Outro lado
Em nota divulgada na tarde desta sexta-feira, o juiz Fausto de Sanctis diz que "sempre acatou as determinações advindas das instâncias superiores como, aliás, era de se esperar".
Na nota, o juiz ainda declara que conversou com o delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiróz, e afirma que não ordenou e nem foi feita pela PF nenhuma escuta telefônica no Supremo Tribunal Federal ou do ministro Gilmar Mendes.
"Convocada, nesta data, a autoridade policial Protógenes Queiroz, esta afirmou perante este magistrado não ser verdadeira a afirmação de ter monitorado a presidência do STF, sendo que todos os dados trazidos ao juízo, originam-se apenas de monitoramento (telemático e telefônico) dos investigados, com a devida autorização judicial".
Segundo ele, a notícia divulgada tem, apenas, a intenção de desqualificá-lo como juiz federal.
"A informação veiculada, totalmente inverídica, somente serviu para, mais uma vez, tentar desqualificar as ações da Justiça Federal, notadamente, deste magistrado, que tenta cumprir sua função pública de maneira equilibrada, ponderada e pautada pelos princípios norteadores do legítimo Estado de Direito", afirma. (Leia a nota na íntegra)

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