02/07 - 08:32 - Agência Estado
SÃO PAULO - A cada 45 segundos, um caminhoneiro foi multado por um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) nos 100 km² da zona paulistana de restrição de caminhões.
Nas primeiras 28 horas de fiscalização, considerando o balanço divulgado até as 17 horas de ontem, houve 2. 237 autuações (1.074 apenas ontem). Mas o medo de cometer infrações parou quase totalmente as obras da Linha 4-Amarela do Metrô.
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Ontem à tarde, depois do esclarecimento de que os veículos poderiam trafegar em horários especiais, os trabalhos foram retomados. A Secretaria Municipal de Transportes informou que estuda uma forma de inserir os veículos que prestam serviço para a expansão férrea entre as excepcionalidades da legislação, por causa da importância da obra.
Os condutores de veículos de grande porte podem ser punidos por trafegar em local e horário proibidos com multa de R$ 85,13 - e levam 4 pontos na carteira. A penalidade pode ser aplicada a cada duas horas, se o motorista insistir em circular pela área restrita. No fim desse período, ele terá acumulado 32 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e uma multa de R$ 621,04 - o que significa perder o documento. Se esse mesmo motorista tiver infringido o rodízio municipal de veículos, será punido de novo.
O trânsito, ontem, já não fluiu tão bem quanto no primeiro dia das medidas de restrição a caminhões. Às 15 horas, a CET registrou 69 quilômetros de congestionamento, ante os 31 quilômetros de segunda-feira, no mesmo horário. A Secretaria Municipal de Transportes culpou os cerca de 20 acidentes que atrapalharam o trânsito ontem em São Paulo. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
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