iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

publicidade

ULTIMO SEGUNDO

 

iG BUSCA

enhanced by


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

STJ julga pedido de habeas-corpus de Alexandre e Anna Carolina nesta terça

27/05 - 08:37, atualizada às 08:45 27/05 - Redação

SÃO PAULO - O ministro Napoleão Nunes Maia Filho julgará, na tarde desta terça-feira, 27, o habeas-corpus apresentado no dia 16 pela defesa de  Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá no Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O casal é acusado de matar a menina Isabellla Nardoni, de 5 anos.

 

 

A decisão de recorrer ao STJ foi tomada pela defesa quando, no dia 13 de maio, o desembargador Caio Canguçu de Almeida, da 4ª Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou o pedido de liberdade ao casal. 

Em seu pedido a defesa solicita a libertação de Alexandre e Anna Carolina, que estão presos em duas penitenciárias de Tremembé, interior de São Paulo, e que as denúncias feitas pelo Ministério Público, através do promotor Francisco Cembranelli, sejam desconsideradas.

Perito diz que não houve esganadura

O médico-legista e vereador alagoano George Sanguinetti (PV), contratado pela defesa do casal para analisar os autos, voltou a contestar os laudos periciais sobre a morte de Isabella.

AE
Anna e Alexandre quando foram presos no dia 7
 Sanguinetti afirma que não houve esganadura e Isabella não foi asfixiada antes de cair do prédio. "Não existe asfixia mecânica por esganadura sem deixar marcas externas, sem escoriações. E o corpo da menina não apresentava nenhuma lesão no pescoço", disse. No inquérito policial, a delegada Renata Pontes relata que a menina teria sofrido asfixia por esganadura, que pode ter sido realizada pela madrasta Anna Jatobá.  

Para Sanguinetti, a morte de Isabella foi ocasionada por "politraumatismo", em função da queda. Ele descartou ainda que vai pedir necrópsia do corpo da menina.

Durante a entrevista, o legista fez duras críticas ao trabalho da polícia e dos peritos criminais. Segundo ele, as análises apresentam diversas falhas e não servem para incriminar o casal. "O trabalho da perícia de São Paulo é medíocre, nulo. Laudos falhos não possuem valor", disse.

Também contratada pela defesa do casal, a perita criminal e advogada Delma Gama afirmou que a Isabella foi lançada de cabeça para baixo pela tela da janela. De acordo com suas análises, as marcas deixadas na parede do edifício foram feitas por uma das pernas da menina, e não pelas mãos.

 

O caso

Isabella era filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira. A cada 15 dias, ela visitava o pai e a madrasta Anna Carolina Jatobá.

No sábado, dia 29 de março, a garota foi encontrada morta no jardim do prédio em que o pai mora. A polícia descartou desde o princípio a hipótese da criança ter caído da janela do 6° andar por acidente. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, declarou que Isabella foi jogada do apartamento por alguém.

Nardoni e Anna Jatobá respondem a uma ação na Justiça pela morte da menina.

MAIS NOTÍCIAS SOBRE O CASO:

 

VÍDEOS DO CASO ISABELLA

Laudos


Depoimentos

 

Prisão


Reprodução


Isabella em vídeo


OPINIÃO


Paulo Moreira Leite:

 





US Multimídia


Publicidade


Enquete