11/04 - 09:30 - Agência Estado
Balanço realizado pela própria Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostra que foram mínimas as incorporações de novas tecnologias e procedimentos no rol de cobertura dos planos de saúde que entrou em vigor no último dia 2 de abril. Segundo Jorge Luiz Carvalho, da gerência-geral técnico-assistencial de Produtos da ANS, as ampliações de cobertura foram 98, o que correspondem a 6,5% das 1.498 mudanças promovidas na lista de serviços obrigatórios dos planos. Se forem considerados todos os 2.894 itens da lista, o porcentual de coberturas novas é de apenas 3%.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) acredita que os benefícios do novo rol de cobertura dos planos de saúde para o consumidor foram mínimos. A maior parte da relação é resultado da inclusão de itens que já eram cobertos voluntariamente pelas operadoras ou que já estavam na legislação do setor, mas não no rol, desdobramentos de um procedimento mais antigo em vários e unificação de procedimentos, explicou o médico ontem durante evento para usuários de planos e operadoras promovido pela SulAmérica Seguros.
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