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Rocha de 15 mil toneladas provocou cratera no Metrô de SP, diz Consórcio

27/03 - 19:21, atualizada às 21:11 27/03 - Redação

O Consórcio Via Amarela divulgou nesta quinta-feira, dia 27, relatório parcial abordando as causas principais do acidente da Estação Pinheiros, Linha 4 de São Paulo, em 12 de janeiro de 2007, que vitimou sete pessoas. Entre as causas apontadas está uma estrutura geológica chamada de “torre sísmica” – ou pedestal de rocha. Segundo o estudo, trata-se de um fenômeno bastante raro.

 

“Seria necessária clarividência para constatar a existência das estruturas adversas”, diz o relatório elaborado pelo Dr. Nick Barton, especialista em túneis em rocha e ex-pesquisador do Norwegian Geotechnical Institute.

Segundo ele, a “torre sísmica” é uma região de rocha mais dura com paredes quase verticais, circundada por regiões de rocha mais mole, alterada e deformável. Este pedestal de rocha dura não teria conseguido se apoiar nas laterais, onde a rocha é mais mole.

Barton explica que outra “torre sísmica” só ocorreu no túnel Hanekleive na Noruega, ao sul de Oslo, onde um bloco de rocha desabasse, em 28 de dezembro de 2006, apenas poucos dias antes da ruptura da Estação Pinheiros. No caso da Estação Pinheiros, a estimativa é que o bloco que desabou tenha mais de 15 mil toneladas.

De acordo com o relatório, a característica geológica agora identificada era desconhecida até que a investigação da Estação Pinheiros possibilitasse sua identificação, e o único caso similar no mundo (Túnel Hanekleive – Noruega) ocorreu no dia 28 de dezembro, poucos dias antes, portanto do acidente.

Leia mais sobre: cratera do Metrô





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